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04/01/2020 | 06:49 | Educação | Três de Maio

Estudantes da Setrem criam livro com histórias sobre amor não resolvido

Livro intitulado ?A carta de amor que não escrevi? foi organizado pelas alunas do curso técnico em Comunicação Visual

SETREM/divulgação


As estudantes Bianca Teschke, Daniele Wilhelm e Débora Majolo, do curso técnico em Comunicação Visual da Setrem, organizaram um livro intitulado “A carta de amor que não escrevi” com vários contos sobre o tema “amor não resolvido”. Baseado em histórias reais, o livro foi recentemente pulicado pela Editora Café Pequeno.



A ideia surgiu durante o projeto interdisciplinar do segundo semestre de 2019 do curso. O objetivo foi criar um público leitor criativo e que se identificasse com o tema debatido. As alunas da Setrem criaram o layout e a identidade visual, bem como realizaram a diagramação do livro. Na entrevista a seguir, elas contam como foi todo o processo de criação.



Sobre o que se trata o livro?



Bianca/Daniele/Débora: O livro traz, de forma dinâmica e descontraída, vários contos sobre o tema “amor mal resolvido”, com o intuito de criar um público leitor criativo e que se identifique com o tema debatido. Essas histórias reais são de várias pessoas da sociedade e estão colocadas de maneira anônima, para preservar a identidade do autor e também causar certo interesse no leitor e na imaginação de quem poderia ter contado tal fato verídico.



Quem são os autores?  



Bianca/Daniele/Débora: Os autores das histórias são diversos, mas quem criou o layout e fez toda a diagramação do livro, criação da identidade visual e ajustes dos contos foram a Bianca Teschke de Giruá, Daniele Wilhelm e Débora Majolo de Boa Vista do Buricá, alunas do Curso Técnico em Comunicação Visual da Setrem.



Como surgiu a ideia deste livro?



Bianca/Daniele/Débora: No curso que fazemos, foi proposto para o tema do interdisciplinar do semestre (esse trabalho deve ser desenvolvido a cada semestre como forma de avaliação final do aluno), onde cada grupo deveria desenvolver um material editorial para alguma instituição, empresa ou que envolvesse algum grupo da sociedade. Dessa forma, como as três participantes do grupo possuem um certo interesse por literatura, foi decidido que iria ser feito algo completamente diferente, decidimos envolver o público em geral para nos contar histórias que aconteceram com eles mesmos, nisso veio o nicho sobre histórias de amor contadas por pessoas reais, porém, ainda estávamos em busca de algum diferencial e que os leitores pudessem se identificar, aí veio a ideia de histórias de amor que não terminaram com finais felizes, que é o esperado em todos os livros e filmes de romance, porém, na vida real nem sempre é assim que acontece.



Como conseguiram encontrar pessoas dispostas a contarem suas histórias?



Bianca/Daniele/Débora: O conceito do anonimato faz com que as pessoas se sintam livres para contar, no início comentávamos com pessoas próximas e era nítido o interesse, ouvíamos muito “ah, mas eu tenho uma história para contar”. Quando nos foi proposto lançá-lo, tivemos que aumentar o número de páginas, fizemos a publicidade nas redes sociais que precisaríamos de mais histórias e recebemos várias propostas.



Qual a editora que lançou o livro? Quando e onde foi o lançamento?



Bianca/Daniele/Débora: Editora Café Pequeno de Santa Rosa. O lançamento ocorreu dia 20 de outubro em Boa Vista do Buricá, durante o evento cultural da cidade Primavera da Arte.



Como a editora conheceu o livro?



Bianca/Daniele/Débora: As alunas Daniele e Débora participam de um projeto de literatura fornecido pela prefeitura do município de Boa Vista do Buricá, onde vários jovens se reúnem para escrever histórias e desenhá-las, sempre acompanhados pelos professores Clairto Martin e Débora Rodrigues, de Santa Rosa. A partir disso, foi mostrado o projeto do livro “A carta de amor que não escrevi” para o Clairto, sócio da Editora, e ele se interessou muito pelo material e apoiou o grupo para que o lançamento do livro acontecesse.



Vocês planejaram ter o livro publicado por uma editora?



Bianca/Daniele/Débora: No início não, mas quando o livro estava bem desenvolvido, a vontade de espalhar essas histórias para a sociedade ficou muito grande, e quando recebemos a proposta da editora, percebemos que poderia ser possível.



Como o público pode adquirir o livro?



Bianca/Daniele/Débora: Caso alguém tenha interesse em adquirir um exemplar, só entrar em contato pelas redes sociais Instagram: @cartanaoescrita e Facebook: A Carta de Amor que Não Escrevi, ou com alguma das integrantes do grupo.


Fonte: Assessoria SETREM

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